Spiga

Viagem de Inferno ou Inferno de Viagem

As condições que as lanchas que fazem o trajeto Itaituba - Santarém e vice-versa são um trajeto ao inferno e um inferno no trajeto, como queiram.
Os passageiros sãom obrigados a aguentar um calor infernal ( a lancha parte às 14:00 horas) e não adianta pedir ao encarregado para ligar o ar condicionado, que a resposta é lacônica: "Tá quebrado!"
E ponto final.

Post Scriptum:
O Juca Arruda sempre chamava a empresa responsável pelo trajeto Belém - Soure de Arapariu.
Qual o nome que poderiamos inventar para estas empresa daqui?
Uma se diz a Princesa e a outra é a Pérola.
Todas duas são grandes "toretes de bosta"!

Tragédia

Um possivel embate político poderá ocorrer brevemente em Itaituba: as eleições para deputados estaduais, federais e senadores.

Para os primeiros cargos uma "penca" de candidatos vão se quebrar nas primárias municipais.

A Ida de Um Amigão

Soube há pouco que o Juca não está mais entre nós.
Não estará em presença física, mas seu espírito arrojado, vitorioso, combativo não será esquecido.
Muitos tinham o hábito diuturno de ler o Quinta Emenda.
Lembro quando ele me comunicou que iria criar o blog. Disse-lhe na ocasião que nunca deixaria de lê-lo. E o fiz durante todos estes anos...

Vai ficar um vazio.
Um vazio do amigo que gostava de umas brahmas...
Um vazio de um amigo que me recebeu pro almoço do Círio...
Do amigo.

Só posso hoje agradecer pela amizade que ele e sua família me dedicaram.
Fique em paz, Juca!

Hidrelétrica do Jirau: MPs abrem processo

O Ministério Público Federal e o Ministério Público de Rondônia abriram processo contra o presidente do Ibama, Roberto Messias Franco, pela emissão de licença para as obras da usina de Jirau, no rio Madeira. As duas instituições movem ação civil pública em que acusam Messias de improbidade administrativa, pedem sua exoneração e a aplicação de multa equivalente a cem vezes o salário do servidor. De acordo com os procuradores e promotores, ele concedeu a licença de instalação para as obras da hidrelétrica "em desacordo com a legislação ambiental e com a lei de licitações".

Na ação, os Mps citam parecer técnico em que analistas do Ibama manifestam-se contrariamente à emissão da licença por indicar o descumprimento, total ou parcial, de 12 das 32 condicionantes impostas na licença prévia. As instituições afirmam que "Messias incorreu em ato de improbidade administrativa e beneficiou de forma indevida o consórcio Energia Sustentável , causando prejuízos irreparáveis ao meio ambiente". Para o Ibama, o parecer técnico não era conclusivo e constituía uma entre várias análises. Após o parecer, houve esclarecimentos por parte do empreendedor e a ESBR fechou acordos de compensação social com a prefeitura de Porto Velho e o governo de Rondônia.

Fonte: Amazônia.org

Reunião Anual da SBPC em Manaus

Fonte: Agência FAPESP

Após a última edição realizada em Campinas (SP), a 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) retorna à região amazônica com início no próximo domingo (12/7), no campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em Manaus (AM), com o tema “Amazônia: Ciência e Cultura”.
A programação se encerra no dia 17 de julho.
Mais informações sobre a 61ª Reunião Anual da SBPC e sua programação: www.sbpcnet.org.br.

Lixo...e mais lixo!

Matéria de Eduardo Reina, no O Estado de S.Paulo.

20 mil t de lixo não são coletadas por dia – Mais de 20 mil toneladas de lixo doméstico produzido diariamente em todo o Brasil não são coletadas e vão parar em cabeceiras de rios, valas, terrenos baldios ou são simplesmente queimadas. É lixo suficiente para encher 28 piscinas olímpicas todo dia ou cobrir o Estádio do Maracanã de detritos a cada 36 horas. Já 54,9% – 83 mil toneladas/dia – das 150 mil toneladas de lixo doméstico que são coletadas vão para aterros sanitários, enquanto 67 mil toneladas/dia (45,1%) seguem com destinação inadequada e vão para aterros com problemas e lixões a céu aberto. Os dados fazem parte de um estudo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) e revelam um problema grave, que envolve saúde pública e saneamento.

O maior problema, segundo o levantamento da Abrelpe, está nos Estados de Norte, Centro-Oeste e Nordeste (onde se coletam 6%, 7% e 22% dos resíduos, respectivamente, os menores índices do País). A pior situação está no Centro-Oeste. Ali, 74% do total coletado tem destinação inadequada. É o caso do município de Colniza, no norte de Mato Grosso. Com 27 mil habitantes, 56% deles na zona rural, os detritos domésticos são levados para um lixão. “Estamos tentando regularizar a situação ambiental desse depósito. Não temos verba suficiente para criar um aterro controlado, que é muito caro”, explica o secretário de Administração, Fabio Dias Correia.

Na região amazônica, na pequena cidade de Novo Airão, com 15 mil habitantes, onde as ligações entre as comunidades ocorrem por barco, a prefeitura também não consegue fazer a coleta de forma a evitar danos ambientais. O que é recolhido acaba jogado num lixão próximo do centro. Há um projeto de construção de um aterro para 2010, segundo o prefeito Leoswaldo Roque (PSDC). Na Região Norte, 70,7% dos resíduos domésticos não têm destinação adequada. No Nordeste, esse índice chega a 68,4%. “Temos apenas um carro de coleta de lixo e depois tudo é jogado em uma valeta, a 5 km do centro”, diz o prefeito de Guaribas, no Piauí, Ercílio Matias de Andrade (PRB). Ele reclama da falta de verba para saneamento, mas vê maior prioridade no cuidado com as estradas que dão acesso ao município.

Leia mais aqui.

Mais Ilegalidade Garimpeira

Fiscalização ambiental na Floresta Nacional (Flona) do Amapá flagrou dois garimpos clandestinos no último final de semana. Segundo a Polícia Federal, que participou da ação com cerca de 20 homens, os locais de extração de ouro estavam em pleno funcinamento, e trabalhvam neles cerca de 40 garimpeiros.

Foi apreendido material usado para a extração do minério, tal como peças de motores, mangueiras e outros apetrechos. Uma espingarda também foi encontrada, de acordo com a PF. A reserva tem área de 4.120 quilômetros quadrados e ocupa terras de três municípios amapaenses - Pracuúba, Amapá e Ferreira Gomes.

Foto: Divulgação/DPF

Motor usado em garimpo ilegal na Flona do Amapá (Foto: Divulgação/DPF)

Garimpo Fechado e Autuado

Uma operação organizada pelo Ministério do Meio Ambiente fechou nesta segunda-feira (6) uma mineradora em Carmo, na Região Norte Fluminense. Segundo o governo federal, a empresa é suspeita de fazer garimpo ilegal de ouro no Rio Paraíba do Sul. Quatro pessoas foram presas.

Agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com a ajuda de policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), encontraram equipamentos de mergulho e material usado na extração de minérios.

Do alto, as balsas se destacavam nas águas do Rio Paraíba do Sul. Elas escondiam o que era extraído do rio e serviam também como dormitório para os garimpeiros.

A empresa alega que tinha licença para pesquisa: “Eu tenho a resposta do Ibama de que não é preciso a licença, devido ao porte da atividade. Isso aqui é uma lavra experimental. Tenho licença estadual para poder fazer”, disse Jorge Bolívar de Melo Resende, responsável pela mineração.

A Secretaria estadual de Meio Ambiente informou que a empresa tinha autorização apenas para fazer testes no Rio Preto com uma única balsa, e não no Rio Paraíba do Sul.

Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, existem provas de extração ilegal.

“Isso aqui é a prova do mercúrio. É um queimador, e esse queimador com mercúrio agrega as partículas de ouro”, afirmou o ministro.

Consequências

Além da contaminação da água pelo mercúrio, a atividade ilegal também pode provocar o assoreamento do rio.

A empresa poderá ser multada em até R$ 50 milhões. Dos quatro presos, três são gerentes e um é representante da mineradora. Eles vão responder por extração ilegal de substâncias minerais.

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Nota do blogger:
Lá, como aqui, também se devasta o ambiente inteiro.